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REINOTECA

Priorizando o Reino de Deus

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Não endureçais os vossos corações

Enquanto se diz: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração, como na provocação. Hebreus 3:15

Através do Faraó do Egito, Deus nos dá um exemplo do que pode acontecer com uma pessoa que não dá crédito a sua palavra. A conseqüência é desastrosa. O sofrimento pode chegar ao limite da nossa resistência; em muitos casos a morte é bem-vinda, pois as forças vão se esvaindo e ficamos totalmente a mercê das mãos de Deus ou do Diabo. Vejamos o texto abaixo:


Eu, porém, endurecerei o coração de Faraó e multiplicarei na terra do Egito os meus sinais e as minhas maravilhas. Faraó não vos ouvirá; e eu porei a mão sobre o Egito e farei sair as minhas hostes, o meu povo, os filhos de Israel, da terra do Egito, com grandes manifestações de julgamento. Saberão os egípcios que eu sou o SENHOR, quando estender eu a mão sobre o Egito e tirar do meio deles os filhos de Israel. Êxodo 7:3-5

O coração do faraó foi endurecido, para que possamos ter um referencial do que Deus pode fazer na vida de quem rejeita sua ordem. Por mais que o rei do Egito quisesse deixar ir embora o povo, Deus não se contentava em ver seu povo saindo de uma escravidão de 430 anos e os seus opressores ficando impunes por todo mal que fizeram. Tinha que fazer algo que ficasse registrado na memória, tanto do povo egípcio, quanto do povo judeu; mostrar que aquele povo estava ali, não por era inferior ao povo egípcio, mas por causa da desobediência. Os sinais de maravilhas e a execução do julgamento ao Egito, fortaleceria os judeus e manifestava a grandeza e a soberania de Deus sobre todos os povos e nações.

Vamos analisar os passos que ocorreram desde o momento que Moisés chegou ao faraó pedindo que libertasse o povo até o momento da passagem do mar vermelho.

Manifestação do poder de Deus.

Então, Moisés e Arão se chegaram a Faraó e fizeram como o SENHOR lhes ordenara; lançou Arão o seu bordão diante de Faraó e diante dos seus oficiais, e ele se tornou em serpente. Faraó, porém, mandou vir os sábios e encantadores; e eles, os sábios do Egito, fizeram também o mesmo com as suas ciências ocultas. Pois lançaram eles cada um o seu bordão, e eles se tornaram em serpentes; mas o bordão de Arão devorou os bordões deles. Exodo 7:10-12

Deus sempre nos fornece uma maneira de contemplarmos a sua soberania sobre nossa vida, para que possamos saber que Aquele que estamos servindo é maior do que tudo que há no universo. Os encantadores achavam que podiam competir com Deus. Não está escrito quantos sábios e encantadores que estavam presentes, mas o texto foi escrito no plural e as palavras “cada um” nos dá a certeza que havia muitos presentes, tal como aconteceu anteriormente no tempo de José, onde todos os sábios e adivinhadores foram chamados pelo Faraó e ninguém conseguiu interpretar o sonho. Apesar do número de serpentes criadas por eles serem muito maior, a obra realizada através de Deus é infinitamente superior ao que podemos fazer ou criar por nosso próprio intelecto.

 

1. Primeira praga: Água em sangue. Corte dos supérfluos e mordomias

 

Fizeram Moisés e Arão como o SENHOR lhes havia ordenado: Arão, levantando o bordão, feriu as águas que estavam no rio, à vista de Faraó e seus oficiais; e toda a água do rio se tornou em sangue. De sorte que os peixes que estavam no rio morreram, o rio cheirou mal, e os egípcios não podiam beber a água do rio; e houve sangue por toda a terra do Egito. Êxodo 7:20-21

Entretanto, o coração do faraó se endureceu; ele recusou a deixar o povo ir.

Quantas vezes, podemos amenizar tantos sofrimentos aceitando a determinação de Deus em nossas vidas, obedecendo as suas ordens e seus estatutos, independente da nossa vontade ou querer. Presenciamos tantos sinais, milagres e maravilhas realizadas por parte de Deus e mesmo assim não quebrantamos nossos corações ao Senhor, fazendo com que o castigo de Deus recaia sobre nós.

O fato de o faraó endurecer o coração, fez com que o Senhor ferisse todo o Egito, cortando uma provisão tão essencial, que é a água. Eles foram obrigados a cavar junto ao rio, para que pudessem ter água para tomar. A pena inicial de Deus é amena, pois apenas dificulta a nossa vida em adquirir coisas que antes com facilidade tínhamos: é o corte dos supérfluos. Aquilo que antes tínhamos em abundância, além do necessário, requer trabalho dobrado. O incômodo do mau cheiro dos peixes mortos, nos indica que já não dispomos mais de condição para sustentar a nossa vaidade; isto é, o perfume de renome, a roupa de destaque, o sapato da moda, o restaurante do final de semana, e tantas outras mordomias que antes era possível. Muitas vezes temos que trabalhar muito além do acostumado e conviver com alguns incômodos, porque Deus nos dificultou a provisão daquilo que não é essencial para nossa subsistência, por causa da indiferença que fazemos com os seus planos em nossa vida.

 

2. Segunda praga: as rãs. Aumento das lutas do cotidiano

Se recusares deixá-lo ir, eis que castigarei com rãs todos os teus territórios. O rio produzirá rãs em abundância, que subirão e entrarão em tua casa, e no teu quarto de dormir, e sobre o teu leito, e nas casas dos teus oficiais, e sobre o teu povo, e nos teus fornos, e nas tuas amassadeiras. As rãs virão sobre ti, sobre o teu povo e sobre todos os teus oficiais. Êxodo 8:2,4

Nesta segunda praga, podemos analisar que Deus sempre está interessado em dar-nos outra oportunidade de reavaliarmos nossa decisão e constatar que alguma coisa não vai bem ao nosso redor, por causa da escolha que fizemos. Aqui eu vejo a rã simbolizando a luta em nossa vida; quando aparece somente uma luta não há muita dificuldade em resolver, pois a rã é um animal que facilmente nos livramos dela. Mas quando somos cercados por uma multidão de problemas, o assunto muda drasticamente, pois todas as pessoas que nos relacionamos nos afeta ou são afetas pela conseqüência das adversidades. O Senhor tira a nossa tranqüilidade, entretanto, nos preserva de qualquer perda ou dano. Neste estágio, acostuma a aparecer problemas com vizinhos, dificuldades no trabalho, dificuldade no relacionamento com filhos, cônjuge ou com os pais. Em todas as áreas da nossa vida, a situação parece estar desfavorável.

 

3. Terceira praga: os piolhos. As lutas começam a atingir fisicamente

Fizeram assim; Arão estendeu a mão com seu bordão e feriu o pó da terra, e houve muitos piolhos nos homens e no gado; todo o pó da terra se tornou em piolhos por toda a terra do Egito. Êxodo 8:17

Aqui, a luta já começa a nos atingir fisicamente. Na verdade, a condição da pessoa não chega a ser tão crítica, porque as aflições são pequenas e comuns no cotidiano de todos, ainda numa quantidade muito maior que o normal. As dores voltam, e parece que voltam para ficar; a cada dia vão acrescentando o número de remédio na prateleira, e voltamos a nos lembrar dos sintomas que a tempo não tínhamos.

Analisando a presença desta praga nos homens e no gado, chegamos a pensar que não somente nosso corpo é atingido, mas também há algo de desagrado acontecendo com a nossa provisão. O feijão estraga na panela, o leite derrama ou azeda, alimento estocado vencem a validade; tudo que antes era difícil acontecer, começa a fazer parte da vida diária.

Também encontramos neste texto, um referencial muito importante: pela primeira vez, os magos, não conseguiram fazer nenhuma façanha para concorrer contra a manifestação do poder de Deus. Nas vezes anteriores, sempre eles tentavam impressionar, com truques e mágicas que eram muito inferiores em relação às obras feitas pelas mãos do Senhor. Está claro, no versículo 18, que o homem por mais que se esforce, uma hora ou outra, vai ser envergonhado por suas próprias atitudes; a derrota do homem que tenta confrontar com Deus é certa. No verso seguinte, a superioridade de Deus é visível, os magos, sem nada poder fazer, declara ao faraó que o dedo de Deus, é o responsável por todas aquelas coisas.

 

3. Moscas. O nível de vida começa a ser ameaçado

Assim fez o SENHOR; e vieram grandes enxames de moscas à casa de Faraó, e às casas dos seus oficiais, e sobre toda a terra do Egito; e a terra ficou arruinada com estes enxames. Êxodo 8:24

Não existe nada pior do que uma mosca num prato de comida; o apetite termina por completo. Se for um fio de cabelo, ainda até pode ser, mas mosca é repugnante. A presença de moscas nunca é bem aceita por ninguém; não somente porque é um inseto nos dá mal estar, mais também porque traz consigo, vermes e larvas que acabam estragando todos os alimentos em que tem contato. Esta praga, mostra que por causa da dureza do coração do Faraó, todo o Egito passou a padecer por falta dos produtos perecíveis e de primeira necessidade. Imagine, aquele tempo não existia geladeira, guardar os alimentos ou até mesmo fazer uma refeição decente em meio a uma multidão de moscas, com certeza, era uma tarefa muito difícil. Trazendo este cenário para o nosso dia a dia, constatamos que em relação a alimentação, a comida que antes era boa, já não tem a mesma qualidade; sempre há alguma coisa errada com o café da manhã, o almoço ou jantar. Começamos a notar que os suprimentos estão se deteriorando, a escassez é cada dia maior; tudo é feito para que se salve alguma coisa, a fim de ter algo para provisão futura. Do mesmo modo como aconteceu em toda a terra do Egito, esta praga atinge nossos suprimentos de primeira necessidade, fazendo com que a refeição deixe de ser feita de uma maneira prazerosa e passa somente a ser um ato para nossa subsistência.

 

4. Peste no Rebanho. As provisões e os bens são reduzidos a zero.

eis que a mão do SENHOR será sobre o teu rebanho, que está no campo, sobre os cavalos, sobre os jumentos, sobre os camelos, sobre o gado e sobre as ovelhas, com pestilência gravíssima. Êxodo 9:3

Mesmo sobre tantos sofrimentos, o Faraó não mudou de posição em relação a ordem que lhe foi dada e mais uma vez, e por causa de sua atitude, Deus novamente pesou a mão sobre ele e todo o seu reino, fazendo que todo o rebanho fosse morto de uma terrível peste. Esta praga é uma continuidade da anterior, pois a primeira, como podemos observar no versículo 24, atingiu as casas dos egípcios, e a segunda todos os animais que estavam no campo. Isto indica que a falta de alimentos é completa, desaparece tanto o e perecível, como o não perecível. Não somente os animais de corte foram alvo, mas também os de locomoção, como os cavalos, jumentos e camelos; subentende que a perda não é só ao alimento, mas também as posses materiais.

 

5. Tumores e úlceras. A parte física começa a ficar seriamente comprometida.

Eles tomaram cinza de forno e se apresentaram a Faraó; Moisés atirou-a para o céu, e ela se tornou em tumores que se arrebentavam em úlceras nos homens e nos animais, de maneira que os magos não podiam permanecer diante de Moisés, por causa dos tumores; porque havia tumores nos magos e em todos os egípcios. Êxodo 9:10-11

Muitas vezes, quando alguém sente o sofrimento na pele, acaba cedendo para o seu opressor. A tortura e a aflição mental e psicológica é algo que quase sempre termina em confissão ou a rendição de uma pessoa; por mais resistente que alguém seja, há sempre um limite para o sofrimento que ela pode suportar. Com certeza, em outra ocasião o Faraó também teria cedido, mas o plano que Deus tinha traçado para o povo judeu ainda não estava completo e por isso, endureceu o coração de Faraó (vers. 12). Por isso que a Bíblia nos diz em Hebreus 10:31 “Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo”.

Encontramos um fato interessante nesta passagem em relação aos magos, é a primeira citação de que são atingidos, e no mesmo momento se ausentaram, abandonando o faraó. Tem épocas na vida que os amigos desaparecem e esta, pelo que tudo indica, parece ser a mais propícia. Quando começamos a sentir o sofrimento do próximo, podemos fazer duas coisas: ficar ao seu lado e ajudá-lo como um verdadeiro amigo ou nos afastar e tratar seus problemas com se não nos pertence. A segunda opção geralmente é a mais comum, porque os amigos parecem estar presentes somente quando as coisas estão favoráveis, até parece que amigo é sinônimo de posses e dinheiro.

 

6. Chuvas de pedras e fogo (meteoros).

Então, disse o SENHOR a Moisés: Estende a mão para o céu, e cairá chuva de pedras em toda a terra do Egito, sobre homens, sobre animais e sobre toda planta do campo na terra do Egito. E Moisés estendeu o seu bordão para o céu; o SENHOR deu trovões e chuva de pedras, e fogo desceu sobre a terra; e fez o SENHOR cair chuva de pedras sobre a terra do Egito. Êxodo 9:22-23

Passamos agora para uma etapa com três observações interessantes:

  1. Deus adverte ao Faraó que agora enviará todas as pragas de uma vez só para fique claro que não há ninguém semelhante a Ele.

  2. Segundo, Ele lembra ao Faraó que poderia tê-lo aniquilado, juntamente com todo o povo mas, o manteve para que eles vissem o poder dEle e que seu nome fosse anunciado em toda terra.

  3. Nem todos sofreram o dano, pois como vemos no verso 20, alguns já tinham temor pelo Senhor, ou pelo sofrimento que tinham passados, ou porque Deus advertiu que o castigo será de uma dimensão muito maior.

Esta praga atingiu todas as áreas que foram afetadas anteriormente, mas destacamos uma que antes não foi alcançada: feriu todas as plantas e árvores do campo. Deus investiu contra o único meio que poderia livrá-los de uma destruição maior, isto é, o linho e a cevada foram feridos, pois a cevada já estava na espiga, e o linho, em flor. A única fonte de abastecimento futura dos egípcios fora seriamente danificada. Em momentos na vida, pessoas acabam indo de mal a pior, porque não dão ouvidos a Deus; e então vem os problemas no trabalho, o salário é insuficiente para pagar todas as contas, a oportunidade de melhoria nunca chega para nós e não percebemos que é Deus que está fechando as portas. Culpamos sempre os outros e não reconhecemos que a falha esta em nós.

 

8. Invasão de gafanhotos

E subiram os gafanhotos por toda a terra do Egito e pousaram sobre todo o seu território; eram mui numerosos; antes destes, nunca houve tais gafanhotos, nem depois deles virão outros assim. Porque cobriram a superfície de toda a terra, de modo que a terra se escureceu; devoraram toda a erva da terra e todo fruto das árvores que deixara a chuva de pedras; e não restou nada verde nas árvores, nem na erva do campo, em toda a terra do Egito. Êxodo 10:14-15

Mesmo assim o coração do Faraó continua endurecido e Deus continuou a castigá-lo ainda mais. O trigo e o centeio não sofreram dano, porque ainda não haviam nascido; mas agora tudo que ficara intacto seria arrasado. Conforme o versículo 15, a nuvem de gafanhotos cobriu toda a terra, que a mesma escureceu. Destacamos também a segunda parte do versículo, que indica que nada restou no campo, nem nas árvores. Traduzimos isto da seguinte maneira:

1. O fato de estarmos trabalhando, não vai amenizar o sofrimento, pois muito antes de recebermos nosso salário mensal, ele já vai estar completamente comprometido. O devorador antecipa a investida contra nós, impossibilitando-nos de qualquer reação.

2. Não resta nenhum tipo de reserva que possa nos ajudar. Já se foi o dinheiro que estava na poupança, o carro, o aparelho de som, etc... Ninguém mais tem confiança em nós e todas as linhas de créditos estão fechadas, por causa da inadimplência.

Aqui vemos o Faraó declarar com suas palavras (versos 16 e 17) que tinha pecado contra o Senhor e contra o povo judeu e pediu para Moisés perdoá-lo e que Deus acabasse com aquele momento de morte. Agora sim, o nome do Senhor estava sendo devidamente honrado e temido, mas como não dependesse mais de uma decisão do faraó, mas sim de Deus, o coração dele foi endurecido. O castigo do povo egípcio ainda não havia sido terminado.

 

9. Trevas por 3 dias

Estendeu, pois, Moisés a mão para o céu, e houve trevas espessas sobre toda a terra do Egito por três dias;

não viram uns aos outros, e ninguém se levantou do seu lugar por três dias; porém todos os filhos de Israel tinham luz nas suas habitações. Êxodo, 22-23

Muitas vezes a situação em que nos encontramos parece tão ruim, que pior não pode ficar, mas no versículo 22, encontramos uma verdade que não podemos negar: "não está tão ruim que não possa piorar". Quando deparamos com um momento de grande luta na vida, de trevas, como na manifestação dos gafanhotos, achamos que já fomos castigados pelo mal que fizemos e que podemos voltar a ignorar que necessitamos de uma mudança em nossa vida; na verdade, sempre achamos que o nosso castigo é mais que suficiente, pois os outros são piores que nós e eles sim, merecem maiores penalidades. Vemos neste texto um avanço e mais permanente de todas as adversidades ocorridas anteriormente, visto que essas trevas, duraram seis vezes mais do que qualquer um pudesse esperar, isto é,jamais poderíamos esperar uma noite de 72 horas. Neste momento, a vergonha e o desprezo fazem as pessoas afastarem e isolarem do convívio social, ficando na dependência de uma intercessão de alguém, que venha trazer uma nova opção de recuperação. Vemos através do Faraó, no verso 24, que a pessoa por mais arrasada que esteja, dificilmente deixará o orgulho e a ganância, pois este é um mal que corrói o homem e que até na hora da morte, ele ainda tenta tirar proveito para si próprio.

 

10. Morte de todos os primogênitos

 

Aconteceu que, à meia-noite, feriu o SENHOR todos os primogênitos na terra do Egito, desde o primogênito de Faraó, que se assentava no seu trono, até ao primogênito do cativo que estava na enxovia, e todos os primogênitos dos animais.Êxodo 12, 29

Neste último castigo, vemos que toda melhora na nossa vida deve ser atentamente medida e verificar se por trás deste benefício, não está alguma oportunidade de melhora da nossa vida para com um propósito com Deus, pois nunca vamos ser beneficiados, para simplesmente ficar indiferentes com os propósitos de Deus na nossa vida. Devemos estar sempre buscando uma maneira de retribuir todo o bem vindo da parte de Deus. Constatamos que o Senhor livra o justo da mão do ímpio. Na hora em que menos se espera (a meia noite), acontece o livramento de Deus; com o fim dos primogênitos do Egito, vemos que as mãos do Senhor que abençoa multidões, podem também trazer duro juízo para quem não tem submissão à suas ordens, melhor vir por amor, do que pela dor.

A Bíblia nos diz em Salmos 51:17 que o Senhor não desprezará um coração quebrantado e contrito, e ainda em Provérbios 4:20-23, o Senhor nos adverte para que estejamos atentos às suas palavras, não andar segundo as nossas intuições, mas sim fazer a vontade Dele, guardando seus estatutos em nosso coração e não nos apartarmos de sua presença para que tudo nos vá bem na VIDA!

Autor: Natal Pereira da Silva
Em 06/04/2005
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