joomla templates

REINOTECA

Priorizando o Reino de Deus

slot

Mon05212012

Last update10:17:35 AM GMT

Identidade denominacional

Identidade denominacional é quando você abre os veículos de comunicação de sua denominação (jornais, revistas, livros, sites, etc.) e vê que eles têm a sua cara: A teologia apresentada é a sua teologia, ou seja, aquela que você herdou da própria denominação; a visão da missão da igreja é a mesma, seus desafios, enfoques, alvos, estratégias, tudo mais, excetuando as adaptações relativas à cultura e a temporalidade, falam daquilo que você aprendeu lá dentro.

Identidade denominacional é quando você entra em uma igreja da sua denominação e se sente como quem está em uma igreja e não como quem entrou em um clube, em um teatro ou no auditório de um programa de televisão: você se sente como quem entrou num Templo para adorar a Deus num ambiente de introspecção e reverência, num misto de festa e de alegria; a liturgia, a hinologia, a exposição da Palavra, trazem, renovadamente, à sua lembrança, suas raízes teológicas e espirituais; as mudanças para o aqui e o agora são teológica e sociologicamente corretas e coerentes, nunca chegando a lhe tirar a sensação, o sabor e o seu sentimento de vínculo denominacional.

Identidade denominacional é quando você se sente num ambiente de liberdade a tudo que diz respeito à administração e governo, dentro do modelo estabelecido: os direitos de todos são os seus direitos; não há exageros, uso de poder, privilégios, despotismos, cartéis, preconceitos e diferenciação de classes; todos são um e o mesmo.

Identidade denominacional é quando você pode mudar sem mudar: quando você pode mudar e ficar o mesmo; quando você pode mudar sem precisar tornar-se um “Neo”.

Isso é identidade denominacional.

Quando os parâmetros acima começam a apresentar disparidades, duas coisas podem estar acontecendo: Ou você está perdendo a sua identidade denominacional ou a sua denominação está perdendo a dela.

Rinaldo de Mattos

21 de fevereiro de 2012

Artigo enviado por Pr. Eliel Castanho

 

Resenha de livros

Cada um deveria ler a Bíblia, e cada um teria um entendimento diferente da Sagrada Escritura, negando-se, assim, que haja realmente um sentido objetivamente verdadeiro e desejado por Deus. Nega-se, desse modo, que haja "uma só fé". Deus teria feito a Bíblia como uma "Obra Aberta": ela teria milhares de sentidos possíveis, todos possivelmente verdadeiros, mas nenhum exclusivamente verdadeiro e único.

Você não pode deixar de ler este artigo: Leia a Bíblia!