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REINOTECA

Priorizando o Reino de Deus

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A velha cruz

“Mas longe de  mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo  está crucificado para mim e eu para o mundo”. Gl. 6:4.

Sorrateiramente, e quase despercebida, uma nova cruz tem se introduzido  nos arraiais evangélicos dos tempos modernos. Essa nova cruz se parece com a  velha cruz, mas é bem diferente. As semelhanças são superficiais, porém as  diferenças são fundamentais.

A velha cruz  nunca fez  aliança com o mundo. Ela sempre foi símbolo de castigo e morte, representando o  fim violento de um ser humano.

A velha cruz nunca fez acordo com os Pilatos da vida pública. Seu  testemunho era de condenação à violência e à corrupção. Paulo diz:  “Maldito todo aquele que for pendurado  no madeiro”. Gl. 3:13

A velha cruz não traça paralelos amigáveis entre os caminhos de Deus e os  caminhos dos homens. Lemos em II Co.6:14: “Não vos ponhais em jugo desigual com  os incrédulos, porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a  iniqüidade? Ou que comunhão tem a luz com as trevas? Que harmonia entre Cristo e  o maligno? ou que união do crente com o incrédulo? Que ligação há entre o  Santuário de Deus e dos ídolos?

A velha cruz é radical. Sua palavra não é diplomática e muito menos  filosófica. Diz Paulo em I Co.1:18 que a “Palavra da cruz é loucura para os que  perecem, mas para nós que somos salvos é o poder de Deus”.

A velha cruz é pesada, dolorosa e exigente. Jesus, no Getsêmani, disse:  “Pai, se for possível, passa de mim este cálice”, referindo-se à agonia da velha  cruz.

A velha cruz é o símbolo do  Evangelho e a mensagem da paixão de Deus declarada em João 3:16, que diz:  “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito para que  todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. 

Amados irmãos, cuidado com a nova cruz que começa a ser levantada nos  círculos evangélicos como a grande opção religiosa do século XX. Uma cruz sem  lágrimas, sem dor, sem sangue, sem paixão; uma cruz sem compromisso com Deus e  com a Bíblia. A nova cruz, por aí, é uma cruz coreográfica e barulhenta. É a  cruz das emoções. Mas a velha cruz fez escurecer o sol (Lc.23:44) e fez calar  todo o Império Romano. Essa sim é a velha cruz. A cruz na qual morreu o nosso  Salvador Jesus.

Rev. João Arantes  Costa

 

Resenha de livros

Cada um deveria ler a Bíblia, e cada um teria um entendimento diferente da Sagrada Escritura, negando-se, assim, que haja realmente um sentido objetivamente verdadeiro e desejado por Deus. Nega-se, desse modo, que haja "uma só fé". Deus teria feito a Bíblia como uma "Obra Aberta": ela teria milhares de sentidos possíveis, todos possivelmente verdadeiros, mas nenhum exclusivamente verdadeiro e único.

Você não pode deixar de ler este artigo: Leia a Bíblia!