Deus curou-me da crise de ausência e me deu uma nova vida!
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- Publicado em Segunda, 14 Abril 2008 02:07
- Escrito por Super User
Dia 11 de outubro de 1991, dia do meu nascimento, nasci com um leve inchaço na parte superior do crânio, porque passara da hora do parto.
Com três anos de idade desenvolvi uma doença conhecida como crise de ausência, que é na realidade um dos três estágios para epilepsia, mas que na época não fora diagnosticada. Cresci complexada, com os vários exames mensais e as infindas limitações que a doença me impunha (não poderia, por exemplo, dirigir um carro).
Possuia uma família maravihosa que me apoiava em tudo, em cada exame, em cada medicação errada, pois os médicos, até então, não descobriram o real motivo das minhas crises, até que com 11 anos começei o tratamento com um excelente neurocirurgião Dr. Marcos Madeira que diagnosticou, enfim a minha doença, e começou a medicar-me da forma adequada.
O remédio começou a fazer efeito, eu não tinha mais crises e conseguia ter uma vida quase normal, pois quando o remédio faltava, eu sofria de insônias e horríveis dores de cabeça, era uma tormenta sem fim. Mas meu pai mudou de vida! Ele aceitou Jesus Cristo, esse Jesus que o curou e o tirou do mundo das drogas e da embriaguez.
Um certo dia, retirei uma cápsula para a ingestão matinal, e não consegui engoli-la a tempo e aquele líquido oleoso acabou estourando em minha boca! Aquilo foi a gota d'água para o agir de Deus em minha vida, daquele instante em diante entreguei minha vida ao Senhor pedindo para que Ele me curasse, e que eu pudesse ser livre, assim como meu pai era!
O mais incrível foi que Deus curou-me da crise de ausência e me deu uma nova vida! Me libertou de tudo e a tudo o que eu era presa! Hoje sou livre GRAÇAS A DEUS e se você também quer ser livre e curada, como eu fui ACEITE A JESUS como ÚNICO e SUFICIENTE SALVADOR e Ele irá transformar a sua vida! Em nome de Jesus Cristo... Amém!











Cada um deveria ler a Bíblia, e cada um teria um entendimento diferente da Sagrada Escritura, negando-se, assim, que haja realmente um sentido objetivamente verdadeiro e desejado por Deus. Nega-se, desse modo, que haja "uma só fé". Deus teria feito a Bíblia como uma "Obra Aberta": ela teria milhares de sentidos possíveis, todos possivelmente verdadeiros, mas nenhum exclusivamente verdadeiro e único.