Os médicos não garantiram a vida do meu bebê
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- Publicado em Segunda, 14 Abril 2008 02:07
- Escrito por Super User
É com muita alegria que escrevo este email para testemunhar uma grande benção que Deus me concedeu.
Eu estava com a minha cesária marcada para o dia 15 de Maio do ano passado, mas no dia 09 de Abril amanheci com perda de líquido. Em uma consulta com o meu médico, este me encaminhou para a gestação de alto risco na cidade de Pato Branco – PR. Chegando lá fizeram uma ultrassom e constataram que o meu bebê estava correndo risco de vida, pelo fato de eu estar sem o líquido da placenta e precisava tirá-lo urgentemente.
Me internaram no centro cirúrgico para fazer uma injeção para amadurar o pulmão do bebê, eu estava ainda de 34 semanas e este não estava pronto para nascer. A minha cesárea ficou marcada para o dia 11 de abril.
Estava muito nervosa, pois temia perder o meu filho, os médicos não garantiram a vida do meu bebê. Mas, para resumir, pois o testemunho é extenso, fiz um voto com Deus prometendo testemunhar por onde fosse se Deus salvasse o meu filho!
No dia 11 de Abril, domingo, nasceu o Mateus pesando 2.460Kg. Foi direto para a incubadora, pois era prematuro, e apresentava um risco de infecção. Ficou 9 dias na CTI com antibiótico, e eu lá com ele. Foram dias difíceis, mas a cada dia uma vitória, Deus me sustentando e me dando forças, quando me desesperava eu me escondia no canto do hospital e chorava pra Deus e ele melhorava.
Hoje, irmãos, é o primeiro domingo que estou em casa com meu filho saudável e muito bem. Quero com este email agradecer a Deus e a todos os irmãos aqui da região de Pinhalzinho que oraram por mim e meu filho. Deus abençoe a todos.
Fiquem na paz de Cristo.
Aline Boesing Santos
São Bernardino - SC
25 de Abril de 2010











Cada um deveria ler a Bíblia, e cada um teria um entendimento diferente da Sagrada Escritura, negando-se, assim, que haja realmente um sentido objetivamente verdadeiro e desejado por Deus. Nega-se, desse modo, que haja "uma só fé". Deus teria feito a Bíblia como uma "Obra Aberta": ela teria milhares de sentidos possíveis, todos possivelmente verdadeiros, mas nenhum exclusivamente verdadeiro e único.